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Zoo – 02/01/2017

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- Foram 80 convidados escolhidos à dedo presentes na festa de fim de ano de Adele e Reinaldo Kherlakian em sua casa da Praia de Pernambuco, no Guarujá. Sucesso total!

- Palavras sábias ouvidas através das estantes da Livraria da Vila: “Algumas pessoas são como livros, ficam chatas porque algumas páginas foram arrancadas”.

- Neyde e Carlos Buttori prolongando a semana por praias de Ubatuba.

- As caçarolas e frigideiras das banqueteiras Bia Curi & Sylvia Andere entraram de férias por curto período, voltando na primeira quinzena de janeiro a atividade total.

- A CARBON Blindagem promove almoço para convidados especiais no Mercedes Oléa Lounge, tendo como prato principal a moderna cozinha italiana.

- O baderneiro de profissão Guilherme Boulos está reivindicando o retorno da linha de financiamento Minha Casa, Minha Vida (deveria chamar Toca do Inferno), que era administrada pelo MTST por ele dirigido. Os simples mortais querem saber se o Ministro das Cidades pretende efetuar o retorno da administração dessa linha ao MTST, por que não exigir que o referido movimento obtenha personalidade jurídica com CNPJ? É um descaso com todas as empresas brasileiras que precisam atender a uma pesada burocracia para existir, pagar impostos e mais impostos, sendo um absurdo que uma entidade baderneira receba milhões sem existência jurídica. Uma análise brilhante de Joaquim Silveira, mostrando toda lucidez diante do quadro humorístico nacional.

- Nádia e Odair Locanto movimentaram a casa do Jardim Acapulco, em Guarujá recebendo gregos & troianos para um almoço dos mais concorridos.

- O Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou uma série de falhas nos procedimentos usados pelo BNDES para financiar obras de infraestrutura fora do país. Em relatório apresentado, o tribunal concluiu além de haver uma concentração de 99% dos empréstimos internacionais do banco em apenas cinco empreiteiras, todas investigadas pela Operação LavaJato, o BNDES não fiscalizava a aplicação desses recursos como, deveria. Na última década, o BNDES emprestou US$ 38,7 bilhões para operações internacionais. A companhia que mais sacou recursos foi a Odebrecht com US$ 31,7 bilhões.

- Bia e Marcelo Leal juntamente com os filhos curtem ares de Miami.

- Bastidores: corre um “babado” forte que senhoras de fino trato que estiveram presentes na festa de fim de ano, na base do branco em casa de um decorador, alugaram os respectivos vestidos para a ocasião na mesma loja. Por isto os modelitos em questão eram iguais. Tragam meus sais!

- Para quem se interessa por segurança, segundo Carlo Collet – da BSS Blindagem, o carro mais blindado em São Paulo, é o Mercedes- Benz, seguido pelas outras marcas de luxo menos votadas.

- Polishop: um dos presentes mais lembrados para o “amigo secreto” no Natal foi o CD do corrupto petista Delúbio Soares, um sucesso entre os sindicalistas e militantes petralhas. O inebriante é oculto, desvendável, o sinistro da caixa preta. Em lágrimas, Papai Noel lamenta a existência de facínoras circulantes.

- Frase do mês: “Nada inspira mais o perdão que a vingança”.

- Roberto Jefferson, presidente de honra (sic!) do PTB, criador do termo “mensalão” criou um outro neologismo, o “laranjão”, onde grandes financiadores repartem seu dinheiro, em espécie para uma multidão de pessoas físicas fazerem “doações” aos candidatos. O modelo já é presença constante nas eleições em meio a chuvas e trovoadas.

- A coluna foi a primeira e única a dar o grito de alerta sobre a Cracolândia, nos tempos idos de Andréa Matarazzo (na época secretário das Sub-Prefeituras do governo José Serra) cheio de boas intenções, pretendia transformar este purgatório de drogas em pólo comercial, expulsando a “Zumbilândia”, não prevendo que iriam se espalhar por todo o centro de São Paulo. Não deu outra, muitos voltaram, outros montaram verdadeiras colônias de férias em plena Av. São Luís, assustando os transeuntes, como no velho clip “Thriller”, do falecido cantor Michael Jackson. Agora a fórmula está prestes a se repetir da mesma forma desastrosa. Quem viver, verá!

- Para guardar no arquivo: com base na delação de Nestor Cerveró, o PT teria recebido R$ 50 milhões no exterior para a campanha do ogro Lula em 2006. Cerveró, considerado o barítono da LavaJato, também “cantou” uma ária de Verdi, que FHC, teria recebido US$ 100 milhões. Nesta dança das cadeiras, não tem santo. Que o diga “Sonado” Alckmin.

 

 

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