Durante os dias 7 e 8 de outubro, o Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo, recebeu a 33ª edição do Congresso SAE BRASIL 2026.
Os mais de dois mil visitantes presentes puderam acompanhar importantes diálogos e debates sobre o futuro da agroindústria e os caminhos para integrar inovação tecnológica, mobilidade e transição energética ao desenvolvimento do setor.
Rafael Miotto, Presidente da CNH para América Latina, foi o Presidente desta edição, cuja temática central “Agroindústria e Mobilidade: Conectando Energia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável”.
A programação abordou temas estratégicos para a indústria brasileira, como descarbonização, inteligência artificial, automação e transformação digital, em um contexto de busca por maior eficiência operacional, competitividade e sustentabilidade.
Nesta edição, o Congresso SAE BRASIL contou 90 speakers, sete palcos simultâneos e 100 horas de conteúdos – aumento de 43% na quantidade de horas de conteúdos debatidos durante o evento, em relação ao ano anterior.
O evento deste ano nasceu com uma proposta diferente, de fomentar a inovação e a implementação de forma simultânea, de acordo com o Claudio Castro, Presidente da SAE BRASIL. Ele afirma que o Brasil está passando por um momento estratégico na agroindústria.
“A inteligência artificial, a automação, os veículos inteligentes, a conectividade e a tomada de decisão orientada por dados estão acelerando a convergência entre o presente e o futuro do campo e da mobilidade”, apontou.
“Reunimos no mesmo espaço especialistas, decisores, clientes e executivos que vivem a dinâmica real do mercado. Assim, quem participa não leva só uma base teórica, leva uma leitura precisa do momento tecnológico e subsídios concretos para aplicar no seu dia a dia”, finaliza Castro.
A programação do congresso foi organizada em quatro trilhas de conhecimento – Engenharia Brasileira, Descarbonização, Transformação Digital e Mobilidade –, além de espaço especialmente dedicado a abordar a indústria do hidrogênio e as suas questões de eficiência e sustentabilidade.
Foram abordadas diferentes etapas da cadeia produtiva, da geração e utilização de energias limpas à logística e incorporação de novas tecnologias nos processos industriais.
Na trilha de mobilidade, a programação contemplou os setores aéreo, aquaviário, ferroviário, caminhões e ônibus e de intermodalidade, com debates sobre regulação, descarbonização e eficiência logística que destacaram a importância dos transportes e de trabalhar com os modais de forma integrada para manter a eficácia produtiva.
Nas trilhas sobre descarbonização, transformação digital e engenharia brasileira, os desafios relacionados às novas tecnologias e à transição para modelos produtivos mais eficientes e sustentáveis também foram pautas centrais dos painéis.
Nesse cenário, temas como inteligência artificial, automação, conectividade e uso de dados ganharam relevância para o desenvolvimento de soluções capazes de responder às demandas da indústria.





