Reunindo mais de 90 expositores no Centro de Eventos São Luís, na capital paulista, a Feira da Moda Inverno (FEIMI) tem a última edição do ano com um impacto significativo na economia e no setor têxtil.
A edição de férias, que segue até o dia 20 de julho, consolida o evento como um polo de geração de renda, emprego e fortalecimento do empreendedorismo nacional.
Somente nesta edição, cerca de 400 postos de trabalho diretos foram gerados, entre montagem de estrutura, operação, segurança, atendimento, comunicação e logística.
Mais de 1.500 famílias são beneficiadas nas regiões onde estão localizadas as fábricas responsáveis pela produção das peças comercializadas, incluindo polos tradicionais como o Sul de Minas, Circuito das Águas Paulista, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
“Nosso modelo une tradição, impacto e propósito”, afirma Sônia Sodré, idealizadora da feira, que comemora os 25 anos de trajetória do evento esse ano.
“Ao reunir pequenos produtores e oferecer estrutura de ponta, conseguimos gerar renda, manter empregos e ainda fortalecer o vínculo com o público”, acrescenta.
“Cada compra feita aqui tem uma história por trás, feita por quem vive da moda com paixão e compromisso”, conclui a executiva.
O volume de negócios também impressiona. De acordo com a organização, a expectativa é que cada expositor movimente, em média, 150 mil reais durante os 17 dias de evento.
Com mais de 90 marcas presentes, o faturamento estimado supera os 13 milhões de reais apenas nesta edição.
A feira oferece moda outono-inverno com preços diretos de fábrica, o que favorece tanto os pequenos fabricantes quanto o consumidor final em busca de peças de qualidade com bom custo-benefício.
Além do impacto econômico, a FEIMI se diferencia pelo compromisso social em parceria com o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), onde parte da bilheteria é revertida para a instituição, além da consultoria de imagem com valor simbólico de 50 reais, integralmente destinado à causa.
O serviço conecta o público a profissionais especializadas, incentivando o consumo consciente e personalizado. A edição de julho marca o encerramento de uma temporada histórica para a feira.
“Só nas etapas de maio e junho, recebemos mais de 80 mil visitantes, e agora esperamos que mais de 40 mil pessoas passem por aqui até o dia 20”, finaliza Sônia.












