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Inventa Evento conquista o Ouro no Prêmio Caio com o festival Fronteiras do Pensamento

O Fronteiras do Pensamento, sempre atento às transformações do tempo, após 18 anos de história, saiu dos teatros e foi para a rua, ampliando o seu público e o seu impacto na sociedade.

A ideia de levar o evento para a praça pública e promover uma atividade vibrante, democrática e multiartística partiu dos criadores do evento Fernando Schuler e Pedro Longhi.

Eles buscaram na Inventa Evento a expertise para ajudar a transformar o Fronteiras do Pensamento em um festival com formato inédito e pulsante.

Ana Paula Leite e Giorgia Bedin (Doda), sócias da Inventa, assumiram o desafio e o resultado foi uma experiência cultural que reposicionou o Fronteiras no cenário nacional.

Ainda: conduziu a empresa dirigida por Ana e Doda ao pódio do Prêmio Caio na categoria evento VUCA, que premia a originalidade e a capacidade de gerar transformação no mercado.

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De 30 a 31 de maio de 2025, mais a avant-première, o Festival Fronteiras ocupou 30 mil metros quadrados do Centro Histórico.

Foram mais de 40 pensadores, incluindo Mia Couto, José Eduardo Agualusa, Fernando Gabeira, Drauzio Varella, Maria Homem, Lázaro Ramos e Christian Dunker.

Diálogos mediados, encontros com autores, sessões de autógrafos, exposições fotográficas, instalações interativas, visitas guiadas e shows musicais completaram a programação.

Setenta por cento das atividades foram gratuitas. A arena da praça recebeu a abertura com Malu Gaspar e Pedro Bial. A avant-première trouxe um encontro histórico entre Gilberto Gil e Mia Couto, mediado por Mariana Ferrão.

Os espetáculos de encerramento ocuparam a Praça da Matriz com música, literatura e emoção.

Houve ainda atenção especial à sustentabilidade, com gestão completa de resíduos, doação de materiais de arquitetura efêmera, cálculo de pegada de carbono e inclusão de painéis temáticos.

A acessibilidade também foi tratada como eixo central, com rampas, espaços reservados, intérpretes de Libras e sistemas de credenciamento digital adaptados.

Mais de 15 mil pessoas circularam pelos espaços. A cidade voltou a se ver como palco de cultura e pensamento. Mas o principal resultado foi o que o projeto devolveu à sociedade.

A Inventa Evento demonstrou que produção é mais do que operação. É visão, é cuidado, é capacidade de criar ambientes onde ideias ganham corpo e público encontra sentido.

 “Entregar um festival dessa magnitude em uma cidade em recuperação elevou o projeto à categoria de gesto simbólico”, comenta Ana Paula Leite, sócia da empresa.

Para Doda Bedin, o Fronteiras foi também um marco pessoal e profissional. “Produzir este festival foi como orquestrar uma cidade inteira em torno do pensamento”, aponta.

“Ver Porto Alegre ocupada por ideias, diálogos e encontros nos mostrou o real poder da cultura. É emocionante saber que fizemos parte de um momento que vai ficar na memória da cidade”, conclui.

UM FESTIVAL DE IDEIAS, ARTE E CIDADE

A trajetória para esse feito começou em agosto de 2024, quando a DC Set Group buscou a Inventa para ajudar no desenho e na produção do Festival Fronteiras.

A Inventa aceitou o desafio com a precisão estratégica que caracteriza os seus 19 anos de história, não como executora, mas como parceira capaz de operar eventos de ponta a ponta.

O briefing trazido pelos realizadores continha uma intenção clara, já que o público pós-pandemia se tornou curador do próprio conteúdo, o que esvaziou formatos longos e espaçados.

Por isso, o caminho escolhido foi criar um festival 100% presencial, com múltiplos palcos, atividades paralelas, shows, exposições e diálogos simultâneos.

Nesse contexto, Ana e Doda deram vida à ideia dos contratantes, executando uma operação complexa e cheia de bossa, já que o espaço escolhido por eles foi nada menos que um dos mais simbólicos da capital gaúcha.

O quadrilátero da Praça Marechal Deodoro, conhecido como Praça da Matriz, reúne Theatro São Pedro, Palácio Piratini, Palácio da Justiça, Assembleia Legislativa e Catedral Metropolitana.

Ou seja: o coração político e cultural da cidade, ativo e vivo, e não uma área isolada de eventos.

Para dar conta do projeto, 342 pessoas se envolveram na produção. Foram estruturados nove pilares operacionais: Infraestrutura, Liberações, Técnica, Artística, Arquitetura, Produção e RH, Alimentos & Bebidas, Logística e Sinalização.

Desde fevereiro de 2025, a Inventa iniciou os cronogramas de montagem, que incluíram dezenas de reuniões com órgãos públicos, especialmente a Secretaria de Segurança Pública.

Toda a montagem precisou conviver com o fluxo cotidiano de servidores, magistrados, parlamentares e frequentadores da região.

Cada etapa teve um plano de impacto, rotas alternativas e comunicação estruturada com moradores e trabalhadores.

A equipe se instalou no quinto andar do Palácio da Justiça, transformando o prédio histórico em seu centro operacional.

Daquele epicentro, coordenou a montagem de oito palcos, áreas de alimentação, estruturas de apoio, espaços de ativação de marcas, auditórios, camarins, circulação de público e acesso dos palestrantes.

A arena principal, gratuita, foi construída em uma rua íngreme, exigindo soluções criativas de engenharia.

O desnível foi transformado em vantagem, criando uma plateia escalonada natural, com excelente visibilidade.

Fonte: Texto de Cris Landi

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