A ProWine São Paulo dá mais um passo importante em sua jornada pela sustentabilidade com o lançamento do Programa de Biocréditos, uma iniciativa em parceria com a Carbono B.
A ação oferece uma oportunidade exclusiva para os expositores que adquirirem o Selo Stand Carbono B, sendo realizado da seguinte forma:
– Após a mensuração do projeto do estande e a quantificação dos metros quadrados montados, serão investidos biocréditos para compensar as emissões de carbono associadas à participação no evento.
Esses créditos ambientais são destinados ao plantio, conservação e regeneração de biomas preciosos como a Amazônia e a Mata Atlântica, reforçando o papel da feira como catalisadora de ações sustentáveis no mercado.
Expositores participantes ainda ganham visibilidade e prestígio, com destaque no evento e uso do selo em websites, redes sociais e materiais promocionais.
“Queremos criar um legado ambiental, social e econômico que reverbere para além dos dias de evento”, afirma a diretora da feira, Malu Sevieri.
“Assim, a ProWine São Paulo caminha para se consolidar também como um evento referência em sustentabilidade no setor de feiras de negócios”, completa.
A parceria com a Carbono B vai além da compensação: para cada tonelada de CO₂ neutralizada, são destinados recursos a projetos de alto impacto socioambiental, como agroflorestas educacionais e plantio de espécies nativas.
A feira também segue investindo em ações de logística reversa, como o já consolidado programa “Glass is Good”, realizado em parceria com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
Em 2024, foram coletadas 9,13 toneladas de vidro ao longo dos três dias de evento. Além de evitar o descarte incorreto, a reciclagem gerou economia de 4.382,40 kWh de energia, evitou a emissão de 4.838,90 kg de CO₂, reduziu a extração de 10.956,00 kg de matérias-primas e impactou positivamente a vida de 50 cooperados e suas famílias.
Uma das inovações mais importantes da última edição foi a instalação de uma máquina de trituração de vidro no local, que destruiu imediatamente as garrafas ao final de cada dia, prevenindo a falsificação, um risco comum em eventos do setor.
“Reciclar as garrafas (e taças quebradas) usadas na feira não só reduz o impacto ambiental, mas também gera renda para comunidades de catadores, criando um ciclo virtuoso que beneficia a todos”, conclui Malu.













