Na última quarta-feira (21), a UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realizou uma visita técnica ao Expo Center Norte, em São Paulo.
O tour foi realizado após reunião do seu Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e ESG. A agenda reuniu integrantes do GT para conhecer iniciativas aplicadas pelo equipamento e discutir como promotores, organizadores, fornecedores e recintos podem avançar conjuntamente na adoção de práticas mais sustentáveis.
Durante a visita, o grupo conheceu a Estação de Produção de Água de Reúso (EPAR) do Expo Center Norte, implantada em 2025 em parceria com a General Water (leia mais aqui).
“Quando você faz um evento, o gestor do evento e o local onde ele acontece precisam ter uma gestão sobre os resíduos, sobre a energia utilizada, sobre a água e uma série de recursos. É preciso entender como esses dois lados podem trabalhar juntos”, explica Paulo Octávio Pereira de Almeida, presidente-executivo da UBRAFE.
“O foco dessa visita é justamente entender como promotores de eventos, locais de eventos e fornecedores podem contribuir cada vez mais para que os eventos sejam mais sustentáveis”, completa.
A agenda também incluiu uma visita ao Espaço Sensorial do Expo Center Norte, iniciativa criada para oferecer uma infraestrutura mais acessível e inclusiva aos visitantes, que reúne recursos pensados para proporcionar uma experiência mais acolhedora a diferentes públicos.
A visita do Grupo de Trabalho da Ubrafe estendeu-se, ainda, à ECO Expo, feira voltada para soluções e iniciativas relacionadas à sustentabilidade.
Para Filipe Fiuza, coordenador do GT de Sustentabilidade e ESG da UBRAFE, a agenda faz parte de um movimento maior para compreender e mensurar os impactos socioambientais da indústria de eventos.
“Além do impacto econômico, precisamos começar a mensurar também o impacto ambiental da indústria de eventos. No que somos diretamente responsáveis, ou seja, energia, água e resíduos, e precisamos ter dados para mostrar o que o setor está reduzindo, controlando e deixando de emitir”, explica Fiuza.
“É fundamental construirmos esse inventário para entendermos, de forma consolidada, o impacto socioambiental da nossa indústria”, finaliza.





