A AMPRO – Associação de Marketing Promocional participa pela primeira vez da PerifaCon, a maior convenção de cultura nerd e geek das periferias.
A associação estará presente com um painel dedicado a apresentar o setor de Live Marketing e suas oportunidades de carreira.
O encontro acontece no dia 25 de outubro, das 14h às 14h45, na Fábrica de Cultura Jardim São Luiz, em São Paulo.
O painel “Bastidores do Live Marketing – como começar na produção de eventos” reunirá especialistas da associação e do mercado:
– Heloisa Santana, presidente executiva da AMPRO, na mediação; Flavia Morizono, diretora de Planejamento & Operação da Agência Joia.
– Felipe Malta, VP Nacional da AMPRO e CEO da agência FMalta; e Eduardo Abreu, VP do Comitê de Conhecimento Mercadológico e head de marketing da agência tm1.
O debate abordará desde a introdução ao universo do Live Marketing, até as etapas essenciais da produção de eventos e os perfis profissionais mais valorizados.
Também serão discutidas estratégias para quem deseja ingressar na área, incluindo dicas sobre formação, networking e construção de portfólio.
A participação inédita da AMPRO reforça o compromisso da entidade com a formação de profissionais, alinhada ao recente lançamento do AMPRO Vagas e Talentos.
“Nosso objetivo é mostrar que o Live Marketing vai muito além do que se vê nos palcos. É planejamento, operação, estratégia e criatividade trabalhando juntos”, explica Heloisa.
“Queremos conectar quem está começando a oportunidades e conhecimento”, completa a executiva da AMPRO.
Para Flávia Morizono, o encontro é uma oportunidade de compartilhar experiências com jovens que estão em busca de uma chance no mercado de trabalho, explicando os primeiros passos para construir uma carreira no Live Marketing.
Felipe Malta acrescenta que o Live Marketing tem o poder de unir marcas e pessoas por meio de experiências reais.
“Queremos democratizar o acesso ao conhecimento, mostrando que esse mercado tem espaço para todos – e que boas ideias nascem da diversidade”, diz.
Eduardo Abreu complementa que a periferia deve atuar não apenas como público, mas como protagonista no mercado de eventos e cultura pop.
“A quebrada oferece autenticidade, repertório e potência criativa. É assim que se dá visibilidade e se transforma a cultura em uma ferramenta real de mobilidade social”, finaliza.













