Com o dobro de empresas expositoras, o Brasil vai à IFFA 2025, feira do setor de processamento de proteína animal, que acontece entre os dias 3 e 8 de maio em Frankfurt, na Alemanha.
A iniciativa do projeto setorial de fomento à exportação Brazil Machinery Solutions (BMS), resultado de uma parceria entre a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e a ApexBrasil, levará 12 empresas, o dobro da última edição, em 2023.
Durante os seis dias de feira, as empresas que estarão presentes são: Equimatec; Farenzena; Geiger; GRATT; HighTech; Lenke; Montemil; Plasmetal; Rotec; Stared; Tecmaes; Torfresma e Varpe.
Elas apresentarão suas novidades e lançamentos para executivos e profissionais da cadeia de processamento de proteína animal, vindos de 150 países.
A a maioria deles da Europa (74%), seguido da América (15%) e da Ásia (7%). O Pavilhão Brasil (Hall 8 – Stand A30F) ocupará 225m² de área.
Realizada a cada três anos desde 1949, a IFFA terá área para exposição de 116.000 m² e cerca de 1.000 expositores, de 50 países, destacando inovações em:
– Equipamentos, tecnologias de automação, sistemas de embalagem, refrigeração, higiene e segurança alimentar, além de ingredientes e soluções para o processamento de carnes e embutidos.
O tema da edição de 2025 é: “Repensar Carnes e Proteínas” (em tradução livre). Ela reforça uma tendência seguida pela feira nos últimos anos de ampliar seu foco para abranger o mercado de proteínas alternativas, como as feitas à base de vegetais cultivados em laboratório.
A participação brasileira na IFFA reforça não somente o potencial competitivo da indústria brasileira, como também a estratégia de ampliar oportunidades no competitivo mercado europeu.
Como uma das principais vitrines globais do setor, a presença das empresas brasileiras vai além da intenção de acessar o mercado europeu”, explica Patrícia Gomes, Diretora Executiva de Mercado Externo da ABIMAQ
“O principal objetivo é reforçar a visibilidade e a relevância de suas marcas nos mercados-alvo, além de ampliar as perspectivas de inserção internacional da indústria brasileira”, conclui.













