Realizada em março, em meio a tensões geopolíticas no Oriente Médio que impactaram o fluxo de visitantes, a Xiamen Stone Fair registrou US$ 19,4 milhões em negócios imediatos para o Brasil.
Para os próximos 12 meses, as empresas brasileiras têm uma projeção de US$ 35,2 milhões, desempenho que indica ganho de eficiência comercial, com maior conversão e qualificação dos contatos.
A participação brasileira ocorreu no âmbito do programa It’s Natural – Brazilian Natural Stone, promovido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) em parceria com a ApexBrasil, e reuniu 22 empresas exportadoras, sendo quatro participando pela primeira vez.
Os resultados representaram avanço em relação às edições anteriores. Em 2025, os negócios imediatos somaram cerca de US$ 7,7 milhões, com projeção de US$ 32,9 milhões nos 12 meses seguintes.
“A China, segundo principal destino das exportações brasileiras de rochas naturais, segue sendo um mercado super estratégico”, afirmou o presidente da Centrorochas, Tales Machado.
“Apesar da percepção de menor fluxo de visitantes na feira, em relação ao ano passado, o desempenho na edição deste ano mostra ganho de eficiência comercial com maior foco na qualidade dos relacionamentos”, completou.
Durante os quatro dias de feira foram registrados 1.249 contatos comerciais, dos quais 647 foram novos.
Embora a China tenha permanecido como principal polo de interesse, houve forte presença de compradores de Austrália, Vietnã e Índia.
A delegação brasileira na edição 2026 da Xiamen reuniu 22 empresas e comitiva de aproximadamente 70 representantes do setor, entre empresários e executivos.
Participaram do Pavilhão Brasileiro:
– BMG Group Stone; Cajugram; Calvi Granitos; Decolores; Gramil; Granex do Brasil; Granneto; Guidoni; Madson Pedras; Magban; Magnitos; Margramar; MG2 Granitos;
– MGA; Monte Negro Granitos; Nova Aurora; Paraná Granitos; Pedra do Frade; Santo Antonio Stones; Terlos; Thor Granitos; Willcomex.













