Vinte fabricantes brasileiras participarão da ColombiaPlast 2026 com uma oferta que alcança praticamente todas as etapas do processo produtivo de plásticos e embalagens.
Entre 28 de setembro e 2 de outubro, em Bogotá, o Pavilhão Brasil reunirá fornecedores de máquinas, componentes e sistemas para diferentes aplicações industriais.
A participação brasileira ocorrerá por meio do Brazil Machinery Solutions, programa realizado pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) em parceria com a ApexBrasil, voltado à promoção das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos.
Além da diversidade de equipamentos, o grupo chega à feira com experiência comercial no mercado colombiano. Segundo a ABIMAQ, 95% das participantes já exportam para a Colômbia.
Ainda: 68% atuam internacionalmente há mais de 15 anos e 79% acumulam mais de uma década de operações externas.
Conforme explica Patrícia Gomes, Diretora Executiva de Mercado Externo da ABIMAQ, esse histórico permite desenvolver negociações e manter contato com clientes e parceiros já estabelecidos no país.
“As empresas chegam a Bogotá com diferentes especialidades industriais e conhecimento das condições comerciais da região”, diz a executiva.
“A combinação entre variedade de equipamentos e experiência de exportação favorece negociações que podem envolver desde uma máquina específica até soluções complementares para uma mesma operação produtiva”, completa.
O Pavilhão Brasil reunirá as fabricantes:
– Lakatos, Mecalor, Vizuri, Fibermaq, Carton Access, RTK, Pronatec, G4 Máquinas, Novaflexo, Cristofolini, Reinos, Laserflex, A. Carnevalli, Hece, Multi Pack Plas, Alfaflexo, Polimáquinas, Mega Steel, Golden Fix e Seibt.
A composição do grupo inclui soluções para impressão flexográfica, conversão de materiais, compósitos, ferramental, automação, movimentação de bobinas, reciclagem e integração de linhas de produção, atendendo diferentes etapas e necessidades da operação industrial.
De acordo com a ABIMAQ, 74% das participantes têm usuários finais industriais entre seus clientes-alvo, 47% atendem fabricantes e OEMs e 37% trabalham com distribuidores.
Na avaliação da Diretora Executiva de Mercado Externo, esse perfil exige capacidade de adequar máquinas e sistemas às condições técnicas e econômicas de cada operação, sobretudo em compras de bens de capital, nas quais desempenho, manutenção, assistência e vida útil integram a análise do investimento.
“Essas empresas têm diferenciais competitivos em relação à qualidade, capacidade de engenharia e adaptação às necessidades de cada operação”, explica.
“No mercado colombiano, essa flexibilidade ajuda a atender demandas específicas de produção, manutenção e suporte”, acrescenta Patrícia.
Para Patrícia, a participação em Bogotá aproxima a oferta brasileira de compradores de um mercado de impacto comercial para as fabricantes.
“A feira cria uma oportunidade para apresentar equipamentos, discutir novos projetos industriais e desenvolver negociações com empresas da cadeia colombiana e de outros mercados da região”, conclui.
