Curitiba (PR) sediará nos dias 22 e 23 de setembro, no Campus da Indústria do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), a Smart Energy 2026.
A Conferência Internacional de Energias Inteligentes (Smart Energy) é um dos principais encontros sobre transição energética da região Sul do Brasil.
O evento reúne especialistas, representantes do setor produtivo, pesquisadores, universidades e gestores públicos para discutir os avanços, desafios e perspectivas da energia no país.
Nesta edição, o evento amplia seu escopo e passa a incorporar novos temas relacionados com a transformação do setor energético. Além das energias renováveis, a programação abordará:
– Infraestrutura, competitividade, inovação, indústria, mercado, segurança energética e os desafios para garantir um sistema capaz de sustentar o crescimento econômico e tecnológico do Brasil.
O evento contará com palestras nacionais e internacionais, painéis, apresentação de cases de sucesso e debates sobre inovação tecnológica, investimentos e soluções capazes de impulsionar uma matriz energética cada vez mais limpa, eficiente, segura e competitiva.
Segundo a diretora superintendente da Rede Paraná Tecnologia e Metrologia, Iramar Severiano, a proposta é ampliar o debate diante das novas demandas do setor.
“O objetivo desse ano é discutir como produzir energia mais limpa, mas também como garantir que o sistema energético brasileiro seja preparado para sustentar o crescimento econômico-tecnológico do país”, explica.
O encontro é promovido pela Fiep, com realização do Tecpar e organização da Rede Paraná Tecnologia e Metrologia.
Para o diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais do Tecpar, Celso Kloss, a conferência consolidou-se como um espaço estratégico para discutir soluções concretas para os desafios energéticos.
“A conferência Smart Energy foi criada para trazer respostas às novas demandas da sociedade em relação à energia”, afirma Kloss.
“Precisamos avançar na substituição das fontes fósseis por fontes renováveis e sustentáveis, ampliar o uso de novas tecnologias e promover soluções que garantam mais eficiência energética”, finaliza.













