A Informa anunciou a nomeação de David Lynn como o primeiro CEO da inD, joint venture criada em parceria com o Dubai World Trade Centre.
A nova empresa, baseada em Dubai, nasce com a ambição de se consolidar como uma das principais plataformas globais de eventos B2B (saiba mais aqui).
A chegada de Lynn marca o início de uma nova fase para a operação, que busca unificar ativos e marcas das duas organizações em um único negócio estruturado e escalável.
O executivo assume oficialmente em 4 de maio de 2026 e será responsável por conduzir a integração das operações e desenhar a estratégia de crescimento para os próximos anos.
Com trajetória consolidada na indústria de mídia, Lynn ganhou projeção internacional à frente da ViacomCBS Networks International, onde liderou uma operação presente em 180 mercados e comandou movimentos relevantes de transformação digital.
Entre eles, a expansão global de plataformas de streaming como Paramount+ e Pluto TV, além da integração de emissoras estratégicas em diferentes países.
A criação da inD reflete uma aposta direta no crescimento do mercado de eventos corporativos na região que abrange Índia, Oriente Médio e África (IMEA).
A empresa já nasce como a maior parceria global da Informa e combina o alcance internacional do grupo britânico com a força institucional e o acesso ao mercado local proporcionado pelo DWTC.
Segundo Stephen A. Carter, CEO da Informa, a escolha de Lynn sinaliza o nível de ambição do projeto. A expectativa é posicionar a inD como uma plataforma capaz de impulsionar marcas globais e capturar o avanço da demanda por eventos e conexões de negócios na região.
Já Helal Saeed Almarri, que lidera o DWTC, destacou o papel de Dubai como polo de atração de talentos e investimentos internacionais.
Para ele, a nova estrutura deve acelerar oportunidades estratégicas e reforçar o protagonismo da cidade no setor global de eventos.
Com planos de expansão baseados em novos lançamentos, extensões de marca e licenciamento, a inD pretende consolidar sua liderança nos Emirados Árabes Unidos e ampliar sua presença em mercados emergentes nos próximos anos.
