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Futurecom 2025 discute papel dos satélites na inclusão digital e no desenvolvimento econômico

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A ampliação do acesso à conectividade em áreas remotas do Brasil será um dos temas centrais da 30ª edição do Futurecom, principal evento de conectividade, comunicação e inovação da América Latina.

Entre os destaques da programação, o uso de redes de satélites como solução para a inclusão digital e o desenvolvimento socioeconômico será debatido por representantes de órgãos públicos e empresas do setor.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil conta atualmente com cerca de 53 milhões de conexões de banda larga fixa.

No entanto, apenas 599 mil dessas conexões são realizadas via satélite, o que representa cerca de 1,1% do total, segundo a consultoria Teleco.

O cenário indica um grande potencial de expansão para este tipo de serviço, especialmente em regiões de difícil acesso.

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“Áreas rurais, estradas, periferias urbanas e bairros com geografia desfavorável ainda sofrem com serviços de baixa qualidade ou até mesmo com a ausência total de conectividade”, afirma Hermano Pinto, diretor do Portfólio InfraTech da Informa Markets Latam e responsável pelo Futurecom.

Ele destaca que, segundo o Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura, cerca de 13 milhões de brasileiros vivem em locais completamente sem cobertura de sinal, o que compromete o acesso à educação, saúde, economia e participação social.

Programas governamentais, como o Wi-Fi Brasil, têm buscado reduzir esse déficit com a instalação de pontos de internet gratuita em escolas, bibliotecas, unidades de saúde, comunidades quilombolas, aldeias indígenas e assentamentos rurais.

Além das iniciativas já em curso, a expectativa é que a integração de tecnologias – como fibra óptica, FWA, LTE e satélite – amplie ainda mais o alcance da conectividade.

Outro fator que promete transformar o cenário é a chegada da sexta geração de telefonia móvel, o 6G.

“A combinação de tecnologias fixas e móveis, com a integração de redes terrestres e não-terrestres, incluindo os satélites, será uma das principais alavancas para a democratização do acesso à internet”, explica Pinto.

Segundo ele, além da maior velocidade, o 6G trará benefícios como a integração nativa com inteligência artificial e novas plataformas espaciais.

O debate sobre os desafios e oportunidades do setor satelital terá espaço na Plenária 3, marcada para o dia 2 de outubro, às 10h, durante o Future Congress.

O painel será mediado por Mauro Wajnberg, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Telecomunicações por Satélite (Abrasat), e contará com a participação de Leandro Gausner (Viasat), Fabio Alencar (Sindisat), Levi Figueiredo (Telebrás) e Rodrigo Campos (Eutelsat Brasil).

A edição comemorativa do Futurecom trará ainda outras trilhas de conteúdo:

  • Future Congress: abordará conectividade, transformação digital, tecnologias emergentes, além de aplicações em setores como saúde, agronegócio e indústria, com foco também em temas como data centers, inteligência artificial e crescimento socioeconômico.
  • Future Cyber: trará discussões sobre governança, rastreabilidade, proteção de dados e segurança cibernética.
  • Future Gov: terá como foco a transformação digital no setor público, com temas como governança, educação digital, saúde, segurança e modernização urbana.

SERVIÇO:

Data: 30 setembro a 2 de outubro

Local: São Paulo Expo

Endereço: Rod. dos Imigrantes 5, S/N, km. 1, São Paulo, SP

Site: https://www.futurecom.com.br/

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