Aproximadamente 20 mil visitantes circularam pela maior edição da Navalshore – Feira e Conferência da Indústria Marítima, encerrada na última semana, no ExpoRio Cidade Nova.
As projeções iniciais apontam para aproximadamente R$ 12 bilhões em negócios gerados pelos 170 expositores e 700 marcas presentes em 4,2 mil m² de área ocupada – 13,5% a mais que no ano anterior.
No total, foram 36 palestras que abordaram temas importantes para o setor. A descarbonização da frota e as mudanças climáticas estiveram entre os principais debates do último dia da Conferência.
As discussões abordaram a redução das emissões nas operações marítimas, os impactos de eventos climáticos extremos sobre a navegação, os sistemas portuários e os caminhos para adaptação da infraestrutura.
O encerramento da conferência foi marcado pelo painel “Mudanças climáticas – impactos na navegação doméstica e sistemas portuários”.
Representantes da IMO, do Pacto Global da ONU, da Associação dos Terminais Portuários Privados (ATP) e da ANTAQ discutiram os efeitos de eventos climáticos extremos sobre a operação portuária e a navegação, além da necessidade de investimentos em infraestrutura resiliente e de adaptação às novas condições ambientais.
Com os debates, a Navalshore 2026 encerrou sua conferência colocando em evidência uma agenda que combinou transição energética, adaptação climática, novos mercados e inovação tecnológica, em um momento de retomada dos investimentos e das encomendas da indústria naval brasileira













