A Rock World, organizadora do Rock In Rio, anunciou novidades para os próximos anos. A primeira é a confirmação da realização de nova edição do festival, em setembro de 2028.
E, mostrando que a agenda segue a todo vapor, já abriu a contagem regressiva para a terceira edição do The Town, que acontece nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027, em São Paulo.
A empresa anunciou ainda a primeira edição da Rock in Run, corrida oficial do Rock in Rio, que acontece também em setembro de 2028, com percursos de 5 km e 10 km.
A prova será realizada no dia do evento teste – que antecede o festival e dá ao público convidado a oportunidade de conhecer, com exclusividade, a Cidade do Rock que ganha vida para mais uma edição.
Com largada no pôr do sol, a corrida acontece durante a noite e terá uma chegada que é também o início de uma nova experiência: um show para celebrar a conclusão da prova.
Ao todo, 10 mil atletas poderão correr no pace, no beat e na emoção, e se somarão aos convidados do evento em uma noite que promete aquecer não só o corpo, mas também a garganta.
“A Rock in Run é uma oportunidade de os fãs terem uma experiência completamente diferenciada na Cidade do Rock, se relacionar com o Rio de Janeiro conhecendo novos lugares e se conectarem com o Rock in Rio”, explica Roberto Medina, criador do Rock in Rio.
“Você começa correndo, sente aquela energia da largada, chega à Cidade do Rock e, quando acha que terminou, o show começa. É sobre transformar uma corrida em uma celebração, sobre trazer um novo ativo para a Cidade e gerar novos impactos positivos”, completa.
ROCK IN RIO EM NÚMEROS: UM FESTIVAL DE SUPERLATIVOS
Ao longo de sete dias, o Rock In Rio 2026 reuniu mais de 700 mil pessoas na Cidade do Rock, sendo 49% delas vindas de fora do estado do Rio de Janeiro, com fãs de 89 países, representando um impacto econômico de R$ 3,36 bilhões.
O festival gerou 33,9 mil empregos diretos e indiretos, credenciando 30 mil pessoas. O público acompanhou de perto uma programação que contou com 190 shows, mais de 1.300 artistas e 45 apresentações internacionais.
Para colocar a Cidade do Rock de pé, uma estrutura de dimensões gigantescas foi mobilizada. Foram 120 quilômetros de fios elétricos, distância suficiente para dar aproximadamente 16 voltas na Lagoa Rodrigo de Freitas, além de 90 mil m² de grama sintética, 65,85 toneladas de cenografia nos palcos e 5.136,50 m² de painéis de LED.
A estrutura de atendimento ao público contou ainda com 1.314 banheiros e 168 bebedouros, distribuídos pela Cidade do Rock.
O aplicativo oficial do Rock in Rio também acompanhou a jornada do público antes e durante o festival: foram 530 downloads ao longo da edição, uma média de 170 mil pessoas acessando o app diariamente e mais de 100 mil bebidas vendidas antecipadamente.
A gestão de resíduos esteve entre as grandes operações da Cidade do Rock. Ao longo do festival, a Comlurb recolheu 40 toneladas de resíduos por dia, sendo 80% de materiais potencialmente recicláveis.
Já a gastronomia voltou a ocupar um espaço de destaque na experiência do Rock in Rio. Durante a edição, a Gourmet Square recebeu mais de 165 mil pessoas ao longo dos seis dias de festival. Na Área Vip, foram consumidas 80 toneladas de comida.
O Rock in Rio Club recebeu mil pessoas simultaneamente e mais de 2.5 mil pessoas por dia durante o festival. A operação também serviu mais de 500 hambúrgueres inspirados no Rock in Rio Café foram vendidos diariamente.
