A variedade de soluções para o mercado de Defesa e Segurança foi um dos destaques da SC Expo Defense, encerrada na última sexta-feira (22) na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).
Drones interceptadores aéreos, embarcações feitas sob medida, coletes flutuantes à prova de balas, sistemas computacionais complexos e estações de reaproveitamento de baterias de veículos elétricos são apenas alguns dos produtos apresentados ao mercado.
“Essa diversidade mostra também o enorme potencial desse mercado ainda pouco explorado pelas indústrias de Santa Catarina”, avalia o presidente da entidade, Gilberto Seleme.
“O mix de produtos e serviços de alto valor agregado reflete o propósito da feira de fortalecer a cadeia produtiva e conectar empresas e indústrias já consolidadas no mercado, startups, Forças Armadas e de Segurança, instituições de ensino e pesquisa e também de fomento”, afirmou.
A catarinense Dígitro, por exemplo, apresentou uma solução de comunicação unificada segura com recursos de IA incorporados, capaz de apoiar operações nos níveis estratégico, tático e operacional.
A plataforma reúne voz, videoconferência, mensagens instantâneas e compartilhamento de arquivos em ambiente seguro e adaptado às necessidades de instituições que atuam em situações sensíveis.
Também foi lançado um drone de interceptação aérea, desenvolvido com arquitetura e engenharia 100% nacional, desenvolvido pela Vultis Industries.
O SENAI/SC trouxe ao evento sua expertise no desenvolvimento de nanossatélites. Por meio do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, participou dos projetos do VCUB1, primeiro satélite 100% brasileiro, e do Catarina-A2.
A Força Aérea Brasileira trouxe à feira uma miniatura do caça supersônico F-39 Gripen. A aeronave, produzida inicialmente na Suécia, atualmente é desenvolvida no Brasil. Do total de 36 aeronaves encomendadas pela FAB, 15 terão a montagem final no Brasil.
INTERAÇÃO INUSITADA
Um manequim representando um corpo estirado no chão, marcas de perfuração, mesa posta, um cartão e um buquê de flores. Quem circulou pelo evento também pôde participar de uma dinâmica organizada pela Polícia Científica de Santa Catarina.
A proposta era coletar provas e ajudar a solucionar o “crime” representado na cena. De acordo com Júlia Campos Dotto, perita criminal da Polícia Científica de SC, a intenção da dinâmica era apresentar o trabalho do setor à comunidade e chamar a atenção para os principais tipos de crimes.
Fonte: FIESC | Crédito da imagem: Junior Somensi













