O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2026 já nasceu como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial.
Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS acontecerá de 04 a 06 de agosto de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).
Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil m²– um salto de 65% em relação a 2024 – se posicionando entre os maiores encontros globais do setor.
A cada edição, o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior. A participação chega a atingir visitantes e empresas de mais de 60 países.
Entre os que vão até a feira estão lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.
Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes mundiais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Mein e Foodmate, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.
Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, saltando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026 – um crescimento superior a 120%.
No coração da feira, mais de 5 mil m² estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva.
Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.
“O SIAVS 2026 se consolida como um evento verdadeiramente global, mais diversificado e conectado às demandas dos mercados, um dos maiores palcos de negócios e inovação da proteína animal no mundo”, destaca o diretor de negócios do SIAVS, José Perboyre.
Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento exponencial do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário internacional.
“O SIAVS transcende fronteiras e se transformou em uma plataforma global de diálogo, conhecimento e cooperação. É aqui que o mundo enxerga o Brasil como porto seguro da segurança alimentar, um parceiro confiável e essencial para o futuro da proteína animal”, finaliza.
