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SP-Arte celebra sua 22ª edição com sucesso de público e vendas

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A 22ª edição da SP-Arte, encerrada em 12 de abril, registrou 35 mil visitas, confirmando o interesse crescente do público por arte e design contemporâneos.

A feira reuniu 180 expositores entre galerias nacionais e internacionais, estúdios de design, editoras, instituições culturais e espaços independentes.

Galeristas relataram vendas consistentes e negociações em andamento, refletindo um ambiente de negócios ativo ao longo de toda a semana.

Durante os cinco dias de evento, circularam pela feira colecionadores, curadores, artistas, designers, arquitetos e profissionais do setor, reforçando o papel da SP-Arte como uma das principais plataformas de encontro e negócios do circuito artístico na América Latina.

Entre os aspectos mais destacados pelos expositores está o alto nível de qualidade das obras apresentadas, o perfil qualificado dos compradores, com presença significativa de novos colecionadores, muitos deles jovens, informados e atentos à produção contemporânea, e a percepção de renovação do circuito, com artistas, designers e galerias jovens expondo na feira.

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A edição também foi marcada por um crescimento e pela diversificação das marcas parceiras presentes, especialmente empresas ligadas aos setores de arquitetura, design e mercado imobiliário.

A próxima edição da SP-Arte já tem data marcada e acontecerá de 7 a 11 de abril de 2027.

E ainda neste ano, o calendário inclui a quinta edição da SP-Arte Rotas, de 26 a 30 de agosto de 2026, na Arca, na Vila Leopoldina, também em São Paulo.

CONVIDADOS INTERNACIONAIS E PREMIAÇÕES

A 22ª edição da SP-Arte contou com forte presença internacional, reunindo cerca de 100 convidados estrangeiros entre dirigentes de museus, colecionadores, curadores e art advisors. A lista incluiu representantes da América do Sul, Europa, Estados Unidos e Oceania, com nomes relevantes do circuito global.

Durante o evento também foram anunciados os vencedores de quatro premiações voltadas ao reconhecimento da produção artística e do design contemporâneo.

A Sauer realizou a entrega do Sauer Art Prize, que reconhece artistas promissores da cena contemporânea. O vencedor desta edição foi Gabriel Branco, artista visual nascido em São Mateus, na zona leste de São Paulo, representado pela Galatea.

Transitando entre fotografia analógica e pintura, sua produção se ancora na vivência urbana periférica e em dimensões subjetivas da experiência cotidiana.

Em sua segunda edição, o Prêmio Arauco SP-Arte de Inovação e Sustentabilidade premiou o designer Érico Gondim, participante do setor Design NOW.

Com pesquisa voltada à economia circular, Gondim apresentou uma linha de mobiliário autoral desenvolvida a partir de tubos e conexões descartados da infraestrutura urbana.

Como parte da premiação, o designer recebeu uma viagem à feira Interzum, na Alemanha, em 2027, além de um espaço próprio na próxima edição da SP-Arte.

Também em sua segunda edição, o Prêmio Artefacto Melhor do Design reconheceu o Estúdio Prosa, formado por Júlia Rovigo e Gabriel Pesca, pelo trabalho que articula artesania e linguagem contemporânea, marcando a estreia dos expositores de Itajaí (SC) no evento.

Já o Prêmio MECA SP-Arte ABACT 2026, entregue na SP-Arte pela primeira vez, foi concedido à artista Rafael Chavez, representada pela Casa Triângulo.

DOAÇÕES

A 22ª edição da SP-Arte também foi marcada por relevantes doações institucionais, que contribuíram para a ampliação de acervos públicos.

A Pinacoteca de São Paulo recebeu oito obras:

– O Iguatemi doou a obra Pelanca (2025), de Gabriela Mureb, da Galeria Central, e um vídeo de Gabriel Massan, representado pela Yehudi Hollander-Pappi;

– Uma pintura de Aurelino dos Santos, de 1978, adquirida na Galeria Estação e doada por colecionadores; um trabalho recente de Fabio Miguez, cedido pela galeria Nara Roesler;

– Uma obra de Rose Afefé, representada pela galeria A Gentil Carioca; e um trabalho de Iris Helena, da galeria Portas Vilaseca.

Já o Museu Nacional de Belas Artes incorporou ao seu acervo um óleo sobre tela de Anita Malfatti, do início do século 20, doado por um colecionador privado.

As iniciativas reforçaram o papel da feira como articuladora entre mercado, colecionadores e instituições, promovendo a incorporação de obras relevantes ao patrimônio público.

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