O Superlógica Next 2025, que será realizado nos dias 25 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, contará com uma novidade que vai além das inovações e das tecnologias voltadas ao mercado condominial e imobiliário.
O festival, reconhecido como o maior evento do setor no Brasil, terá 100% das emissões de gases de efeito estufa compensadas pela Serena, referência global em investimentos em energia limpa.
A empresa vai compensar 100% das emissões de carbono do evento, incluindo o consumo de energia, deslocamento dos participantes e operações logísticas.
Na edição de 2024 do Superlógica Next, a Serena compensou 5 toneladas de CO₂. A compensação é feita por meio de créditos de carbono certificados, reforçando o compromisso do evento com a sustentabilidade e a agenda ESG.
Além disso, a empresa contará com um espaço exclusivo no evento, com ativação de marca e apresentação de soluções em energia limpa para empresas e residências.
“Em um setor cada vez mais voltado para o futuro das cidades e das formas de viver, é essencial que o cuidado com o planeta também esteja presente”, comenta Cícero Lima, diretor de Varejo e Marketing da Serena.
“A Serena se orgulha de contribuir para tornar o Superlógica Next 2025 um evento carbono neutro, mostrando que inovação e responsabilidade ambiental caminham juntas!”, completa.
Com mais de 2.500 participantes, entre administradoras de condomínios, imobiliárias, síndicos e representantes do setor, o Superlógica Next contará com mais de 40 horas de conteúdo.
Serão três palcos simultâneos, feira de negócios com 40 expositores, espaço VIP e shows ao vivo – um ambiente imersivo que agora também passa a ser um modelo de sustentabilidade.
“Entendemos que a adoção de ações sustentáveis e o desenvolvimento de iniciativas com parceiros podem influenciar positivamente o futuro do setor condominial e imobiliário”, indica Mark Cardoso, Head de Marca & Comunicação do Grupo Superlógica.
“Se buscamos revolucionar o mercado do morar com a tecnologia, precisamos fazer isso cuidando do planeta, que é nossa moradia-mor”, conclui.
