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Vanessa Schabbel aponta setores em alta para eventos corporativos em 2026

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O ano de 2026 começa com o fortalecimento de setores que combinam tecnologia, experiência e capacidade de gerar conexões reais com o público.

Fintechs, agronegócio, empresas de dados e inteligência artificial, economia da experiência e grandes eventos globais, como a Copa do Mundo, despontam como protagonistas na construção de estratégias de marca, relacionamento e negócios.

Mais do que tendências isoladas, esses segmentos revelam um movimento comum: a transformação dos eventos em plataformas estratégicas.

Em vez de ações pontuais, os encontros corporativos passam a integrar tecnologia, conteúdo e emoção para fortalecer posicionamento, gerar dados e criar vínculos duradouros com diferentes públicos.

No setor financeiro, as fintechs seguem liderando a transformação digital. Em 2026, eventos do segmento deixam de ser apenas vitrines de inovação e se consolidam como ecossistemas colaborativos, onde temas como inteligência artificial, open finance, cibersegurança e blockchain são apresentados de forma prática e aplicada ao negócio.

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“Os eventos de fintechs deixaram de ser espaços meramente expositivos. Eles se tornaram ambientes de teste, demonstração e conexão real entre startups, bancos, investidores e reguladores”, afirma Vanessa Chiarelli Schabbel, diretora-executiva da Bop Comunicação Integrada.

“Quem entende esse movimento consegue transformar presença em posicionamento e relacionamento em oportunidade de negócio”, completa.

Os grandes eventos esportivos também influenciam o universo corporativo. A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, é apontada como exemplo de como cultura, identidade local e emoção coletiva criam experiências memoráveis e conexões profundas com o público.

Outro aprendizado está na força do coletivo, elemento essencial tanto no esporte quanto nos eventos empresariais.

“Assim como no esporte, grandes resultados não são individuais. Eventos corporativos precisam engajar times, parceiros e públicos diversos para que a experiência seja vivida e amplificada”, destaca Vanessa.

Segundo ela, ações genéricas tendem a ser esquecidas, enquanto experiências construídas a partir de um diagnóstico real da marca, do público e dos objetivos geram impacto e valor no longo prazo.

A tecnologia aplicada à experiência do público é outro eixo central em 2026. Eventos híbridos e orientados por dados deixam de ser diferenciais e passam a ser padrão.

Recursos como inteligência artificial, realidade aumentada, análise de dados em tempo real e plataformas digitais integradas ampliam o engajamento antes, durante e depois dos encontros.

“Os eventos hoje são grandes geradores de dados. Quem sabe utilizar essas informações transforma o pós-evento em uma continuidade da experiência, com conteúdo sob demanda, relacionamento segmentado e decisões mais estratégicas”, avalia a executiva.

No agronegócio, o crescimento é impulsionado pela inovação tecnológica, pela sustentabilidade e pela busca por maior eficiência produtiva.

 Nesse contexto, eventos proprietários ganham protagonismo como ferramentas de comunicação, relacionamento e construção de autoridade no setor.

“Quando uma empresa do agro cria seu próprio evento, ela assume o controle da narrativa e se posiciona como protagonista do ecossistema. Isso fortalece vínculos, gera negócios mais qualificados e constrói reputação de forma consistente”, conclui Vanessa.

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