A contagem regressiva para a Black Friday de 2025 já começou e, com ela, o movimento de transformação dos shoppings em verdadeiros palcos de experiências aparece.
Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor deve movimentar R$7,1 bilhões durante o período, um aumento de 12% em relação ao ano anterior.
O dado reforça a importância de estratégias que vão além das promoções, em um cenário em que a cenografia vem assumindo papel cada vez mais decisivo na conexão emocional entre marcas e consumidores.
Para atender a essa nova lógica de consumo, a ABRACE (Associação Brasileira de Cenografia e Estandes) destaca o papel da cenografia como ferramenta de engajamento e de diferenciação no varejo.
Cada vez mais, as marcas têm utilizado o design de experiências efêmeras para transformar o ato de comprar em uma vivência sensorial, criando ambientes que inspiram, encantam e fortalecem a identidade das campanhas.
De acordo com Paulo Passos, diretor executivo da ABRACE, a cenografia se tornou uma linguagem de marca, onde não apenas ambienta o espaço, mas cria narrativas e desperta sensações
“Na Black Friday, essa estratégia é determinante para se destacar em meio à concorrência e gerar resultados reais”, acrescenta o executivo.
A associação reforça que o sucesso de campanhas sazonais depende de um planejamento cenográfico profissional, com fornecedores qualificados e alinhamento estratégico desde o briefing.
“Esse cuidado garante que a ambientação traduza de forma autêntica o posicionamento das marcas, respeitando normas técnicas e assegurando qualidade, segurança e impacto visual”, aponta.
Em um cenário de shoppings cada vez mais voltados à experiência, incluindo ativações imersivas, vitrines interativas e cenários instagramáveis, a cenografia surge como ponte entre o espaço físico e o digital, ampliando o alcance das ações e fortalecendo o relacionamento entre empresas e consumidores.
