A Envase Brasil reunirá cerca de 140 marcas expositoras, representando empresas de toda a cadeia de envase de bebidas e alimentos na América do Sul.
O número é 20% superior ao registrado na edição de 2024, quando participaram 120 marcas. A feira será de 14 a 16 de abril, das 14h às 20h, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.
A feira apresenta tendências e tecnologias voltadas a máquinas de envase, embalagens, equipamentos, insumos, logística e soluções complementares para o setor.
Em sua 16ª edição — a segunda sob a liderança do Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC Bento) — o evento foi concebido para fomentar relacionamento e negócios entre fornecedores de tecnologia, produtos e serviços e indústrias de diferentes segmentos.
Neste ano, contará com expositores de 12 países e de diversos estados brasileiros, ampliando o acesso a soluções inovadoras para qualificação da produção e aumento da competitividade.
Na edição anterior, a feira recebeu cerca de 6 mil visitantes profissionais e movimentou mais de R$ 120 milhões em negócios, considerando contratos firmados durante o evento e ao longo dos 12 meses seguintes.
Para 2026, a expectativa é ampliar tanto o público quanto o volume de negócios gerados.
A organização mantém ações de divulgação e promoção para atrair visitantes, além de desenvolver uma programação paralela com foco em conteúdo técnico.
Estão previstos encontros para apresentação de inovações tecnológicas e debates sobre temas estratégicos para o setor empresarial, como exportação, compliance, sustentabilidade e integração digital.
O mercado brasileiro de envase chega a 2026 entre os mais dinâmicos do mundo, impulsionado pelo protagonismo do país na produção e no consumo de bebidas.
Ao mesmo tempo, o setor enfrenta desafios relevantes, como a volatilidade macroeconômica, a pressão inflacionária, a escassez de matérias-primas e a crescente demanda por inovação, sustentabilidade e rastreabilidade.
A instabilidade econômica — com inflação acima da meta e juros elevados — impacta custos de produção, investimentos e exportações, além de ampliar os desafios logísticos e de abastecimento, especialmente diante da escassez de insumos como vidro e papel.
Esse cenário exige maior eficiência operacional e fortalecimento das relações com fornecedores.
Paralelamente, a agenda ESG se consolida como prioridade. A pressão de consumidores, varejistas e mercados internacionais impulsiona a adoção de práticas sustentáveis, como redução do consumo de água e energia, ampliação da reciclabilidade das embalagens e implementação de logística reversa.
Nesse contexto, sistemas avançados de rastreabilidade e codificação ganham importância estratégica para garantir transparência, eficiência e competitividade em toda a cadeia produtiva.
Mais informações em https://envasebrasil.com.br/
