O avanço da inteligência artificial em treinamentos corporativos deverá ganhar um novo capítulo no Congresso Catarinense de Gestão de Pessoas (CONCARH) 2026.
Marcado para os dias 9 e 10 de julho, no CentroSul, em Florianópolis, o congresso chegará à 36ª edição com o tema “E se a próxima revolução for humana?”.
O evento reunirá mais de 5,5 mil pessoas, entre profissionais de RH, líderes e executivos, em dois dias de conteúdo, networking e debates sobre o futuro do trabalho.
A edição de 2026 ocorre em um momento em que a tecnologia já não é discutida apenas como ferramenta, mas como parte da experiência dos colaboradores dentro das empresas.
Depois de anos em que transformação digital, automação e inteligência artificial dominaram a agenda corporativa, o debate passa a se concentrar em como essas soluções se conectam à rotina, ao desenvolvimento e ao engajamento das pessoas.
A programação será distribuída entre diferentes espaços, como: Arena CONCARH, Palco Executivo, Arena EXPOCARH, Arena SESI SENAI, Arena Maná, Palco ABRH e Sala Workshops.
Entre os temas anunciados estão:
– “A Revolução Humana Começa nas Relações”, “Letramento emocional: a habilidade que a inteligência artificial não consegue substituir”;
– “Humanizando a IA do Futuro” e “Liderando a revolução humana: liderança, tecnologia e humanidade”.
IA NOS TREINAMENTOS: DA AUTOMAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO HUMANO
A HRTech Twygo será uma das participantes do CONCARH em um momento em que o RH brasileiro tenta avançar do uso pontual de ferramentas de IA para modelos mais estruturados de aprendizagem corporativa.
A presença da empresa no evento se conecta ao debate sobre como transformar tecnologia em desenvolvimento de competências, engajamento e mensuração de resultados.
O desafio está em conectar tecnologia à rotina dos trabalhadores, metas do negócio e ao desenvolvimento real das equipes.
O CEO da Twygo, Jackson Rovina, descreve a IA como um apoio para reorganizar etapas da jornada de aprendizagem.
Entre os usos estão o mapeamento de competências por função, a criação de agentes para responder dúvidas internas, o registro automático de certificados, a leitura de listas de presença e a produção de cursos em formatos mais curtos, como microlearning.
“Essas aplicações reduzem tarefas operacionais e liberam o RH para atuar de forma mais estratégica. Em vez de concentrar tempo em controles manuais, planilhas e produção repetitiva de materiais, a área pode direcionar esforços para curadoria, acompanhamento de desempenho, conversas com lideranças e avaliação sobre a aplicação prática dos treinamentos”, finaliza.













